. Consultoria em SOA
e BPMS.
. Integração de sistemas -
aplicativos (EAI).
. Desenvolvimento de softwares no modelo
SaaS (Software as a Service).
. Principais clientes atendidos: Itaú, Unibanco, BCI
(Chile) e GVT Telecom.
. * Veja um texto interessante sobre SOA:
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Estou preparado para a Arquitetura Orientada a Serviços
(SOA)?
Há alguns dias um colega meu, CIO
de uma grande empresa me perguntou “como poderei saber
se estou ou não preparado para SOA?”. A pergunta
gerou um debate interessante, que gostaria de compartilhá-las
com vocês.
Bom, antes de mais nada acordamos em um ponto:
SOA tem tudo a ver com processos de negócios. Processos
de negócios são atividades que geram valor para
a organização, seus stakeholders e clientes.
Por exemplo, é através dos processos de negócios
que a organização entrega produtos e serviços
aos seus clientes. Claro que em um mundo cada vez mais informatizado,
estes processos de negócios são suportados por
software e, portanto, o conceito de SOA vai precisar de tecnologia
para ser implementado. Mas, a tecnologia é meio e não
fim!
Também concordamos que a estratégia
SOA deve estar relacionada com objetivos de negócio,
como possibilitar que a empresa tenha maior agilidade e rapidez
às demandas do mercado, tornando os processos de negócio
mais adptáveis à estas mudanças.
Depois analisamos como uma empresa “vê”
sua TI. Fizemos uma análise simplista, classificando
as empresas em três níveis de maturidade de TI.
No primeiro, TI é vista como fornecedora de infra-estrutura,
atuando basicamente no nível operacional, focada em
custo, sendo “invisível” à organização.
Em um nível mais avançado TI é vista
como facilitadora. Neste nível já existe um
forte preocupação com governança e há
reconhecimento do papel de TI pelos executivos pares do CIO
dentro da organização. E finalmente, em um estágio
mais avançado, TI é vista como agente de inovação,
contribuidora pró-ativa para as estratégias
do negócio. O CIO é considerado como o “consultor”
do CEO.
Se a área de TI estiver no terceiro
e mais avançado nível, estará, sem sombra
de dúvida preparado para SOA. Se estiver no segundo
nível, existirá grande potencial para adoção
de SOA, mas é necessário uma maior preparação
da própria organização. E se estiver
no primeiro nível, SOA ainda está meio longe...Tem
um trabalho maior pela frente, mas pode ser um primeiro passo
na direção de estar mais afinado com o negócio
e menos encastelado na tecnologia.
Ok, e como posso saber em que nível
a empresa estará? Que tal analisar quanto tempo e energia
o CIO gasta com sua equipe, com seus pares e o ecossistema
de fornecedores de tecnologia, e com o CEO e o board da organização?
Se ele estiver dedicando a maior parte do tempo com sua equipe,
provavelmente estará focado mais intensamente nas questões
técnicas, preocupado quase que exclusivamente com custo,
envolvido no dia a dia da operação. É
uma organização de TI focada na tecnologia e
SOA será visto como mais uma implementação
tecnológica descolada do contexto do negócio.
Provavelmente terá pouco apoio e comprometimento dos
demais executivos. Poucas chances de sucesso se continuar
focado na tecnologia!
Bem, e se o CIO estiver dedicando, além
da sua equipe, um tempo maior aos seus pares e ao ecossistema
de fornecedores de tecnologia? Este é o estágio
típico das organizações consideradas
como facilitadoras do negócio. São bem avaliadas
pelos demais executivos de negócios, são bem
consideradas pelos fornecedores de tecnologia, mas ainda sim
os altos executivos não consideram a área de
TI como alavancadora de inovações ou contribuidoras
para a estratégia do negócio. Ela é vista
como responsiva às demandas, mas não pró-ativa
em inovações e geração de novas
oportunidades de negócio. Neste estágio SOA
tem espaço, mas é necessário um trabalho
mais intenso de aproximação com as linhas de
negócio para conseguir seu comprometimento. A estratégia
SOA deve estar direcionada à agenda dos objetivos do
negócio, como acelerar as respostas à novas
oprtunidades ou riscos/ameaças, inovação
em produtos e serviços, otimização da
cadeia logística e assim por diante. SOA pode ser a
passagem de ida para um nível mais avançado.
E as organizações de TI mais
avançadas? Neste estágio o CIO já está
participando e colaborando nas decisões estratégicas.
SOA será naturalmente visto como estratégia
de inovação para o negócio. É
um estágio onde os altos executivos não falam
em IT (Information Technology) mas em BT (Business Technology).
É o Nirvana dos executivos de TI...
Assim, a resposta virá de uma auto-análise.
A sugestão é faça uma pulsologia e identifique
onde você está. Trace sua rota e go ahead! Ah,
em tempo, meu amigo se classificou no segundo estágio...
* (http://www-128.ibm.com/developerworks/blogs/page/ctaurion?tag=SOA)
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** Veja também um texto sobre BPMS:
Business Process Management System
- BPMS é um sistema que automatiza a gestão
por processos (execução, controle e monitoração),
sendo utilizado, na maioria das vezes, para orquestrar os
WebServices definidos na arquitetura SOA.
Tipicamente, inclui o mapeamento dos processos
ponta-a-ponta, desenho dos fluxos e formulários eletrônicos,
definição de workflow, regras de negócio,
integradores, monitoração em tempo real das
atividades e alertas. É uma poderosa ferramenta de
gestão, para garantir que os processos estão
sendo efetivamente executados como modelados, contribuindo
para os objetivos da organização.
"BPM é o atingimento dos objetivos
de uma organização através do aperfeiçoamento,
gestão e controle dos processos essenciais do negócio"
(Jeston, 2006).
"BPM pode ser definido como uma disciplina
de gerência focada na melhora do desempenho corporativo
através da gestão dos processos de negócio
da empresa" (Harmon, 2005).
De acordo com Ismael Ghalimi, no seu texto
"BPM 2.0", um BPMS completo teria os seguintes módulos
ou funcionalidades:
Funcionalidades mínimas para um produto
(software) poder se classificar como BPMS:
1. Ferramenta de modelagem e desenho do
processo
2. Engenho de execução do processo
3. Orquestração de web services
4. Interface de workflow para usuários
Para ter um produto mais completo, seria
necessário:
5. Suporte para regras de negócio
complexas
6. Business Activity Monitoring (BAM)
7. Controle de versão dos documentos anexados a instâncias
do processo
E para um produto “matador” (ou
"killer app"), seria acrescentado:
8. Enterprise Service Bus (ESB)
9. Repositório de metadados
10. Uma suite de business intelligence
** (http://pt.wikipedia.org/wiki/Business_Process_Management_Suite)
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